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[RESENHA] Estilhaça-me de Tahereh Mafi

Meu toque é letal. Meu toque é poder.

Autores: Tahereh Mafi
Titulo: Estilhaça-me
ISBN: 9788563219909
Selo: NOVO CONCEITO 
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 304
Formato/Acabamento: 16x23x1,9
Peso: 0.445 kg
Preço Sugerido: R$ 29.90
Área Principal: FICÇÃO
Assuntos: ROMANCE FANTASIA

Juliette nunca se sentiu como uma pessoa normal. Nunca foi como as outras meninas de sua idade. O motivo: ela não podia tocar ninguém. Seu toque era capaz de ferir e até matar.

Durante anos, Juliette feriu e, segundo seus pais, arruinou o que estava à sua volta com um simples toque, o que a levou a ser presa numa cela.

Todo dia era escuro e igual para Juliette até a chegada de um companheiro de cela, Adam. Dentro do cubículo escuro, Juliette não tinha notícias do mundo lá fora. Adam ia atualizando-a de tudo.

Juliette não entendeu bem o que estava acontecendo quando foi retirada daquela cela e supostamente libertada, ao lado de Adam, e se vê em uma encruzilhada, com a possibilidade de retomar sua vida, mas por caminhos tortuosos e totalmente desconhecidos.

"Estilhaça-me" é um romance fantástico, que intriga, angustia e prende o leitor até a última página com uma história surreal que mistura amor, medo, aventura e mistério e traz um desfecho surpreendente.




Encontre o livro e a editora em:
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RESENHAS




É certo que quando vamos procurar algo para ler quando realmente estamos precisando de uma leitura nós costumamos recorrer a autores que já conhecemos. Eu, por exemplo, quando quero apenas ler para me distrair gosto de livros infanto-juvenis no estilo Percy Jackson e Meg Cabot; e estava precisando de algum livro desse estilo quando comecei a ler estilhaça-me e posso afirmar que valeu a pena cada letrinha.


O livro se passa em um futuro distópico e já no começo nos dá muita informação sobre Juliet, que é a nossa heroína. A garota é como se fosse a Vampira d’os X-man, só que em vez de absorver os poderes dos outros ela “suga” a felicidade/vitalidade de qualquer pessoa que ela toque, por causa desse fato os ela sempre foi uma estranha para os próprios pais. Então quando vão à casa dela para prendê-la depois de um incidente em um supermercado envolvendo uma mãe perversa e uma criança pequena os pais de Juliet não oferecem resistência à policia que quer levar a filha deles para sempre.

Na prisão Juliet nunca falou com ninguém, nem nunca teve uma companheira de cela – não que ela se importe, já que toda pessoa que se aproxima demais sofre um acidente grave; ela não sabe a cor de seus próprios olhos e, apesar de ter um tempo para tomar banho todos os dias, nem se lembra da última vez que trocou de roupa. Então tudo muda quando ela recebe um colega de cela.

Sim um colega, um cara, um homem. E não é apenas um cara, é um rapaz que ela já conhecia e apesar dele não parecer se lembrar dela, ela jamais se esqueceria daqueles olhos que durante anos foram os únicos que olhavam para ela amavelmente. Juliet sentia que aquele rapaz seria o seu fim ou sua redenção.



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