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[RESENHA] A Chave de Rondo - Emily Rodda


I.S.B.N.: 9788576766445
Cód. Barras: 9788576766445
Reduzido: 3416007
Altura: 23 cm.
Largura: 16 cm.
Profundidade: 2,1 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2010
Idioma : Português
Número de Paginas : 304

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RESENHAS




Leo Zifkak sempre foi o tipo de garoto em que todos confiam: sério, responsável e com um grande senso de responsabilidade; na escola ele tinha as melhores notas; e ele nunca desobedece às regras. Então é claro que ele era a primeira opção para a sua Tia-avó Bete deixar uma caixinha de música que vinha acompanhada das seguintes instruções...

Importante!
Gire a chave apenas três vezes
Nunca gire a chave enquanto a música estiver tocando
Nunca asegure a caixa enquanto a música estiver tocando
Nunca feche a tampa ante da música acabar

A caixa de música estava em poder da sua família há anos. Os pais de tia Bete deram para o irmão mais velho dela, Jorge Langlander; e depois que esse último desapareceu (fugindo da polícia), a caixa foi parar nas mãos de Henrique Langlander - o irmão adorado por tia Bete e com o qual Leo sempre é dito como muito parecido, para sua total frustração.

Tia Bete estava completamente certa ao pensar que Leo jamais quebraria nenhuma das regras pregadas no funda ca caixa, mas as regras tivessem sido seguidas esse livro não existiria.

Então, se Leo não quebrou as regras, mas as regras foram quebradas, está faltando um personagem por aqui. Ou melhor, uma personagem: Mimi Langlander. A filha da prima da mãe de Leo. Ninguém da família ía muito com a cara da garota, o que não é para menos: a garota é a pessoa mais esquisita e metida que ele já teve o desprazer de conhecer; além de ser uma criatura muito intrometida. 

Com a morte de tia Bete os pais de Mimi vão para uma segunda lua de mel na Grécia e não tinha ninguém para ficar com a garota, a não ser Suzana - a mãe de Leo. O pai dele até que tenta convencê-la  do contrário, mas ela sabe que realmente a prima não tem mais a quem recorrer para ficar com a garota.

Desde a primeira vez que Mimi foi à casa da tia Bete e que viu a caixinha de música tocando, causou encrenca: a música parava de tocar antes de terminar! Seria preciso girar a chave apenas mais uma vez para que a música tocasse até o fim. A bondosa tia Bete ficou escandalizada, mas contornou - ou tentou contornar, a garota de forma simpática lendo as regrinhas embaixo da caixa.

É claro que Mimi Langlander não se deu por vencida, mas sua mãe foi rápida e tirou-a de lá com a desculpa de que estava na hora de ir embora. E a primeira oportunidade que ela teve de girar a chave da  caixa de música quatro vezes na casa de Leo ela o fez. Leo ficou muito zangado. Só que algo estranho aconteceu. Da caixa de música saíram duas borboleta azuis!

Os dois voltam a girar a chave mais quatro vezes e dessa vez saem ainda mais borboletas. Então eles comentem um erro: giram a chave seis vezes. Se quatro giros eram o suficientes para borboletas e ratos saírem da pintura, seis fora o suficiente para uma pessoa sair. Não uma pessoa qualquer, mas a própria Rainha Azul.

Mimi e Leo logo percebem que a mulher não era confiável. A rainha possessa carrega Brutus, o cachorro e único amigo de Mimi, para o lugar que ela chama de Rondo. É obvio que a garota vai atrás e - é mais óbvio ainda - que Leo, o garoto sério, responsável e com um grande senso de responsabilidade, vai atrás dela. Afinal, os Langlanders ficam juntos.

Começa então uma grande aventura que envolve animais falantes, borboletas espiãs, releitura de contos de fadas (ainda com foco em crianças), e os dois irmão de Tia Bete; porque talvez Jorge Langlander tenha fugido da polícia para um lugar que a polícia jamais o encontraria, e talvez Henrique Langlander não tenha morrido afogado.

Um livro super fofo e por ser um livro infanto-juvenil tem a leitura rápida, fácil e leve. Daria uma nota cinco super fácil, mas só dou nota cinco para os meus livros favoritos. Apesar de Leo ser o narrador da história fiquei com impressão de que ele era apenas um coadjuvante ali enquanto a personagem principal era a Mimi, então faltou aquilo que apenas os personagens principais tem: carisma.



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10 comentários:

  1. Não sei, me parece cópia de Narnia.

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  2. Eu sou LOUCA por esse livro, sabe quando você quer ler tanto um livro que chega a doer HAHAHAH sua resenha me deixou ainda com mais vontade.

    Beijos,

    Marinah | Blog Marinah Gattuso - @blogmarinah_g - Insta

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  3. (:



    fiquei com vontade também!

    kkkkk

    Já tinha visto na livraria e achei a diagramação super interessante. Agora eu Preciso dele!

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  4. fiquei com vontade também! kkkkk Já tinha visto na livraria e achei a diagramação super interessante. Agora eu Preciso dele!

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  5. eu ganhei esse. vale muito a pena. Tive que comprar o segundo logo para engatar hehe

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  6. eu sei, tive que me virar para arranjar o segundo de tão louca que fiquei. O lado ruim é que nem tem previsão para o terceiro. Apesar de já ter sido lançado na Austrália.

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  7. Ele não é exatamente como Nárnia (apesar de meu conhecimento sobre Nárnia ser limitado ao filme) porque os Langlanders não são os salvadores da pátria, são aventureiros, mitos, para o pessoal de Rondo. E eles não são reconhecidos, na verdade ninguém parece saber quem eles são (:

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  8. ou seja, vou comprar os dois logo...

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  9. NÃO TEM PREVISÃO PARA CONTINUAÇÃO?????? ok, agora eu só compro quando sair o último --

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Vou responder aos seus comentários aqui mesmo, ok?